Definindo História e Suas Fontes

A história é uma ciência, embora não seja exata. Ela estudo o passado e o presente por meio da interpretação e fatos ocorridos com a humanidade ao longo do tempo. Em outras palavras, a história analisa os acontecimentos e as realizações da sociedade humana em diversas épocas, sempre avaliando as suas mudanças, bem como as suas permanências.

 

O profissional que se gradua em história é conhecido como historiador. Arqueólogo, ou cientistas social. O grande objeto de estudo deles é o passado dos seres humanos. Os arqueólogos, mais especificamente, analisam ferramentas, cerâmicas, túmulos, fragmentos de fogueiras, esqueletos – todos, elementos deixados pelos povos que viveram  em determinados locais e ou épocas. Isto acontece por conta da necessidade de investigar o passado – povos que desapareceram, em especial aqueles sobre os quais há pouquíssima documentação. Para tanto, é preciso fazer escavações arqueológicas em sítios, para buscar o máximo de informação possível.

 

Já os historiadores, propriamente ditos, estudam o passado de maneira um pouco diferente – eles buscam por meio de documentos deixados por gerações anteriores e tentam visualizar as mudanças que aconteceram através dos anos e o que permaneceu das sociedades que foram se compondo ao longo da história do homem. Para este processo, há diversos tipos de fontes que são consultadas pelos historiadores.

 

Entre alguns tipos de fontes estão os documentos escritos em todo o tipo de material, como pedra, papel, pergaminho, papiro -; documentos não escritos como o testemunhos orais, canções, mitos, ledas, narrações poéticas; vestígios arqueológicos, tais como as ruínas, monumentos, sítios arqueológicos, utensílios do cotidiano, armas, e tantas outras infinidades documentais.

 

O uso das fontes encontradas também é muito importante. o trabalho efetuado com os documentos escritos das sociedades antigas é muito difícil de ser realizado; é, portanto,  necessário decifrar os idiomas em que eles deixaram as suas documentações escritas, bem como usar outras fontes para complementar os dados inexistentes, fazendo todas as comparações e cruzamentos entre as fontes levantadas.

 

Os historiadores, de modo geral, precisam ser muito cuidadosos nessa análise documental. Também precisam ser muito críticos em relação às chamadas fontes históricas oficiais, para não incorrer em erros muito primários, como forjar determinados conceitos ou teses que não possam ser comprovadas.  Documentos tidos como oficiais podem conter visões tendenciosas e distorcer a realidade se estiverem, por exemplo, a serviço de um governo ou grupo social muito influente. Por isso, para fazer a intepretação dos fatos é de suam importância  comprovar a autenticidade da fonte, além de extrair dela dados relevantes, confrontando ainda fontes distintas.

 

16. abril 2015 por Geografia Legal
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